Arquivo do blog

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

CPMF

Na primeira página de hoje da nossa, curitibana, "Gazeta do Povo", está a foto do Lula ao lado do Adib Jatene.

Aliás, Adib Jatene com cara de bobo. Claro, pois se ele tivesse um pouco, um mínimo, de vergonha na cara, já teria se matado para desocupar o espaço quê, ainda, ocupa neste mundo.

E o Lula, desesperado, usando todo poder de persuasão para implorar aos políticos que NÓS elegemos, para votar à favor da aprovação maldita.

Mas, se pensarem bem, o ideal seria aumentar a CPMF, digamos, para uns 3%!! Para compensar o Governo aboliria o Imposto Sobre a Renda e Quaisquer Proventos. Nem é preciso fazer as contas para se ter certeza de que os rendimentos aumentariam muito. Mesmo que a população toda pare de pagar imposto de renda. Alguém paga imposto de renda?

Imagine só: a economia informal é quanto neste nosso país? 30% da população? Talvez mais. Escolas de Samba no Rio de Janeiro não pagam imposto de renda mas, arrecadam vários milhares de reais, se não forem milhões, porque ninguém nem sabe exatamente qual é este numero final. Todos vendedores de CD's piratas, guarda-chuvas, cigarros falsificados (tem cigarro falsificado?), bicheiros... A lista é enoorme!

3 comentários:

Daniel Cohen disse...

Ah, perfeito, absolutamente perfeito. Aliás existem outras formas de resolver definitivamente as questões impostos e informalidade, todas perfeitas, só que,...Ao terminar o caixa dois, terminam todas mamatas que iniciam-se na corrupção de fiscais e deságuam nas milionárias doações de campanha, pois tudo de uma formo ou outra esta meio que interligado.
Resolver definitivamente, esqueça! Não convém a ninguém do Pudê!

irene disse...

É verdade. Todo problema tem várias soluções possíveis. Mas o da sonegação fiscal seria resolvido com a tributação em cima do cheque emitido. O povo do PUDÊ que esqueça todo o resto. Vão ganhar tanto dinheiro, mas tanto, que não vão precisar mais nem investir em vacas....

Daniel Cohen disse...

Comemoremos, eles acabam de perder no senado.

Daniel