Eu paro em faixa de pedestres.
Não se preocupe. A primeira coisa que faço, é olhar para trás para ter certeza que não há nenhum motorista, dono único de toda a rua, voando certeiro para a trazeira do meu carro. Após este cuidado, paro o carro e ofereço a passagem ao pedestre.
As variedades de reações dariam um estudo antropológico comportamental. Há os que acenam a cabeça e seguem em frente, os que fazem de conta que não perceberam que Voce está ali, parado corretamente esperando que ele passe. Há os que te aplaudem, os que juntam as mãos em oração enquanto atravessam e, pasme: há os que olham para o outro lado e não atravessam. Não há o que fazer com estes. Nem gritar resolve. Será que estes pensam que, se eles atravessarem, eu vou acelerar de repente e matá-los?
Cada coisa!
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Um comentário:
Dizem que no Brasil, faixa é um lugar onde o pedestre morre oficialmente...Talvez aí em Curitiba eles saibam disso!
Beijos
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